LINHA RESTAURANTE- Hospitalidade
Receita Tradicional
O mesmo caldo da linha cotidiano, mas envasados em balde de 1L ou 5 L. E congelados — pronto para receber cada cliente com um consomê de boas-vindas, sem ocupar boca de fogão no serviço.
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Descongele na geladeira
O balde vai para a câmara de refrigeração normal no dia anterior ao serviço.
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Aqueça bem, sem deixar ferver.
Durante o serviço, mantenha o caldo aquecido. Uma chaleira elétrica pode ajudar a conservar a temperatura.
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Sirva entre 65 e 75 °C.
Em canecas, copos ou pequenas taças, de preferência antes de apresentar o menu. Como cortesia, sugerimos porções de 60 a 80 mL.
Conservar em freezer a −18 °C por até 6 meses · Descongelado, entre 0 e 4 °C por 3 a 5 dias · Não recongelar.
Para tomar rezando.
Modelo de parceria B2B
O Caldo Santo chega ao consumidor pela casa que o apresenta. O restaurante serve a cortesia de 60 mL na chegada e oferece o pouch de 250 mL no próprio delivery.
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Caldo Santo
Produzimos e entregamos o caldo pronto para entrar na rotina do seu restaurante.
Para o restaurante
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O restaurante
Apresenta o caldo à mesa e oferece a continuação da experiência no delivery.
O que isso traz
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O cliente
Recebe mais do que uma cortesia. Recebe um gesto de hospitalidade.
É o tipo de cuidado que muda a experiência da casa — e que pode continuar depois, no delivery.
“Foque na emoção, e você torna o familiar absolutamente inesquecível.”
Servir algo a quem chega é um jeito antigo de dizer “entre, fique à vontade” sem precisar de palavras. A própria palavra companheiro guarda essa história: é aquele com quem se divide o pão.
Embalagem própria para seu delivery?
A gente gosta de ouvir dono de restaurante. Se você quer customizar a embalagem ou sente falta de um caldo que ainda não encontrou por aí, queremos saber.
Nem toda ideia vira produto. Mas boas conversas as vezes mudam muita coisa. Conta para gente.
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Você traz a ideia.
Conta pra gente o que está imaginando, onde esse caldo entraria e o que ele precisaria resolver.
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A gente escuta.
Entendemos o contexto, o uso e se a ideia faz sentido dentro do que sabemos fazer bem.
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Se houver caminho, a gente testa.
Algumas ideias pedem bancada, panela e prova. Quando faz sentido, desenvolvemos um teste.
Embalagens e projetos especiais são orçados à parte.